24 janeiro 2013

[Sebo do Wes – The Greatest Video Game Music 2]



Um dia (e ele um dia chegará), eu irei numa orquestra. Nem precisa ser VGL, mas eu irei. Bem vindos ao Sebo do Wes.

Anteriormente eu resenhei o primeiro álbum, regido pela London Phillarmonic Orchestra e até que teve um bom retorno (relembre clicando aqui). Como eu havia comentado com o Mateus Six no Twitter, o segundo álbum também é promissor, e é dele que eu falo, o formidável The Greatest Video Game Music 2.

Playlist, como usual: 

01. ASSASSIN'S CREED - REVELATIONS: Main Theme
02. ELDER SCROLLS – SKYRIM: Far Horizons
03. LEGEND OF ZELDA – THE WINDWAKER: Dragon Roost Island
04. FINAL FANTASY VII: One-Winged Angel
05. MASS EFFECT 3: A Future for the Krogan/An End Once and for All
06. HALO: Never Forget/Peril
07. SONIC THE HEDGEHOG: A Symphonic Suite
08. CHRONO TRIGGER: Main Theme
09. LUIGI'S MANSION: Main Theme
10. KINGDOM HEARTS: Fate of the Unknown
11. SUPER METROID: A Symphonic Poem
12. DIABLO III: Overture
13. BATMAN ARKHAM CITY: Main Theme
14. DEUS EX-HUMAN REVOLUTION: Icarus Main Theme
15. FEZ: Adventure
16. PORTAL: Still Alive
17. LITTLE BIG PLANET: Orb of Dreamers (The Cosmic Imagisphere)


Talvez uma musica de ambientação não se espera que funcione sempre em versões ao vivo e orquestradas, mas a “ELDER SCROLLS – SKYRIM: Far Horizons” até que prestou, já que no jogo não reparamos tão bem nos altos e baixos da musica, que foi bem explorado na orquestra. Quando é grandioso, o tom sobe bastante, quando é ameno, também fica “na miúda”. Gostei do contraste simples, vindo de uma musica originalmente orquestrada também. Uma musica que também tem altos e baixos legais é a “MASS EFFECT 3: A Future for the Krogan/An End Once and for All” pois independente do final que meio mundo reclama, a musica começa num vocal bacana e sem muitas diferenças de tons, porem no meio quando o piano é introduzindo,  trazendo um clima ameno, a musica acaba num aumento de ritmo que acaba subitamente. É curioso esse efeito, mas eu gostei demais, pois se espera um final esplendoroso, mas no fim é um simples corte. 

Sempre há jogos que eu não joguei e não ouvi a musica, mas quando escuto versões orquestradas fico surpreso com tamanha formidabilidade musical.  E “FEZ: Adventure” encaixa melhor que LEGO nessa característica, e é engraçado pois ela mantêm o mesmo ritmo durante toda a musica, porem os sons que seguem ela vão mudando, e isso que me agrada. A inclusão do clarinete na musica também é um ponto chave. Relembrando que é mais uma obra do Disasterpeace, criadores da trilha do Shoot Many Robots (clique aqui e seja feliz). Agora um momento para respirar, pois falarei da melhor musica do álbum, e não é de Final Fantasy (mas é derivado). A “KINGDOM HEARTS: Fate of the Unknown” foi uma grata surpresa, pois quando a  ouvi no anuncio do Birth by Sleep eu já achei a musica muito boa, e algumas inclusões como a guitarra, os trompetes e clarinetes, e manter o piano regendo o centro da musica vieram a calhar. Sem contar que é muito bom ouvir coisas da Yoko Shimomura orquestradas. Essa linda :3.

Sempre há bons medleys nas coletâneas orquestradas, as coleções envolvendo Final Fantasy e sua Distant Worlds não me deixam mentir. Eu preciso citar a “SUPER METROID: A Symphonic Poem”, pois alem de ser um bom compilado de temas, envolvendo o próprio tema da Samus e a musica de “Item Found”, que perdura em inúmeros celulares como toque de mensagens (peguei vocês, seus “virje”), as mudanças são bem fluidas e adaptadas entre uma e outra, dá até para usar tranquilamente como musica de final de jogo (já que compilados de tema sé comuns nessas ocasiões). Há também o “SONIC THE HEDGEHOG: A Symphonic Suite”, que até ousou por fazer quase tudo beeem cadenciado, deve ser inclusive pro isso que não saquei algumas musicas. Também pelo fato de não manjar tanto de Sonic. Porem tiro o chapéu pois a ultima parte no piano e instrumentos de sopro mesclados valem muitas palmas. Típica musica de espetáculos da Broadway.

MENÇÕES HONROSAS: A “CHRONO TRIGGER: Main Theme”, que começa “tímida”, mas se impõe de maneira soberba, principalmente pelas oscilações de tons, já que volta para um tom apaziguador e depois para outro tom magnânimo no final. Gostei bastante da lembrança dessa ótima trilha. E também a “LEGEND OF ZELDA – THE WINDWAKER: Dragon Roost Island”, tanto pela musica ser boa quanto pela variedade instrumental, que é presente também nas composições originais da série (Ocarina of Time Não me deixa mentir novamente).  O ritmo meio espanhol guiando a musica, com introduções de pianos, violão, clarinete deixaram a musica rica e nada previsível. 

Para não dizer que sou baba-ovo, não curti muito a “PORTAL: Still Alive”, apesar de entender que são necessário versões diferentes da imposta pela Valve e Ellen McLain. E o vocal que me incomodou bastante, pois até mesmo o Johnathan Coulton e seu vocal simples foram mais agradáveis aos meus ouvidos. E também a “FINAL FANTASY VII: One-Winged Angel”, pois....poxa, mudem de musica para orquestras, já deu. Ou inovem pacas na musica.

Fonte: VGMDB

0 comentários: